CAPAS DA REVISTA THE ECONOMIST

THE WORLD AHEAD

Previsões ou Planejamento?

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Capa da The Economist de 2027
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Capa da The Economist de 2026
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Capa da The Economist de 2025
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Capa da The Economist de 2024
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Capa da The Economist de 2023
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Capa da The Economist de 2022
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Capa da The Economist de 2021
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Capa da The Economist de 2020
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Capa da The Economist de 2019
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Capa da The Economist de 2018
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Capa da The Economist de 2017
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A revista The Economist realmente prevê o futuro?

As famosas edições "The World Ahead" da revista The Economist chamam atenção por suas capas simbólicas, ricas em detalhes e, muitas vezes, interpretadas como previsões surpreendentemente precisas sobre o ano seguinte.

Essa precisão levanta uma grande questão: estamos diante de previsões místicas, planejamento estratégico global ou apenas análises extremamente bem embasadas?

Alguns acreditam que as capas representam um planejamento da elite global, revelado de forma simbólica antes dos acontecimentos. Outros defendem que são apenas análises profundas feitas por especialistas altamente qualificados, estudando tendências políticas, econômicas e tecnológicas.

Há ainda quem sugira o uso de IA avançada, analisando dados históricos e comportamentais para prever cenários futuros com enorme precisão.

Independentemente da interpretação, uma coisa é certa: a revista sempre acerta boa parte do que publica, e isso faz dessas capas um registro fascinante sobre o que pode estar por vir.


Sobre a The Economist

The Economist é uma revista semanal britânica fundada em 1843, especializada em notícias internacionais, economia, política, ciência e cultura. Seu objetivo declarado é "promover o comércio livre, a livre concorrência e a redução da interferência governamental na economia", com uma abordagem analítica, liberal clássica e baseada em dados.

Direitos autorais e uso justo

Todas as imagens exibidas nesta página são de propriedade intelectual da The Economist. Este site não afirma nenhum direito sobre essas imagens e as utiliza exclusivamente com fins referenciais, educacionais e de análise crítica, sem fins lucrativos. Todo o mérito pelas capas apresentadas pertence à equipe editorial e aos artistas da revista. Nossa análise é feita de forma imparcial e independente.

Controle da Revista

O The Economist Group não pertence a uma única pessoa ou empresa. Sua estrutura de propriedade foi desenhada justamente para proteger a independência editorial da publicação — nenhum acionista pode ter mais de 20% dos direitos de voto, nem ultrapassar 50% do capital total [citation:4][citation:11].

A venda da participação Rothschild (2026)
  • Vendedora: Lady Lynn Forester de Rothschild (via EL Rothschild), com sua família e fundação [citation:3][citation:11]
  • Comprador: Bilionário canadense Stephen Smith, por meio da Smith Financial [citation:1][citation:5]
  • Participação vendida: 26,9% do The Economist Group, incluindo cerca de 20% dos direitos de voto [citation:5][citation:11]
  • Valor estimado: até £ 400 milhões (cerca de R$ 2,7 bilhões), embora o valor final não tenha sido divulgado oficialmente [citation:1][citation:3][citation:5]
  • Assessoria: Lazard atuou na venda desde outubro de 2025; o escritório Freshfields assessorou juridicamente a vendedora [citation:1][citation:8]
  • Status: acordo anunciado em março de 2026, sujeito à aprovação dos trustees e do conselho do grupo [citation:5][citation:11]
  • Contexto: é a maior mudança acionária em mais de uma década — desde 2015, quando a Pearson vendeu sua fatia [citation:2][citation:8]
Quem controla o The Economist hoje

A estrutura acionária atual combina investidores de longo prazo, com destaque para:

Em 2015, quando a Exor ampliou sua posição, o estatuto foi alterado para limitar a 20% o poder de voto de qualquer acionista individual e proibir que alguém detenha mais de 50% do grupo — uma blindagem contra controle majoritário e interferência editorial [citation:4][citation:6].